quinta-feira, 12 de abril de 2018

Você sabe quando dizer "não" sem acarretar um problema para si, e como fazê-lo?

No mundo em que vivemos precisamos estabelecer nossas prioridades. Assim, um desafio que se nos apresenta quase que diariamente e que nos faz, muitas das vezes, perder nossas prioridades, é quando sentimos a necessidade de dizer "sim" para tudo que nos apresentam. Para os casos em que dizemos "sim", estamos, na realidade, assumindo um compromisso com a pessoa que nos consultou. A partir daí, nossas prioridades passam a ficar comprometidas e ficamos sobrecarregados com problemas que não eram nossos, mas passamos a assumi-los, em uma tentativa de ajudar por uma solução.
E o pior pode acontecer: quando não conseguimos resolver, ou ajudar a resolver cada caso para o qual dissemos "sim", as pessoas que nos demandaram passam a ficar infelizes e acreditarem que não fizemos o nosso melhor. Também podemos ficar infelizes quando conhecemos a reação dos outros pelo não atendimento, ou solução. 
Via de regra, para cada caso ou consulta, podemos estar olhando apenas uma face da moeda e, ao dizermos "sim" podemos estar provocando um tiro no próprio pé.
Para evitar situações constrangedoras no futuro, precisamos procurar conhecer os dois lados da moeda. Quando conseguimos chegar a tal ponto, podemos facilmente concluir que, após a análise da situação completa, se eximir do caso, ou problema, pode ser altamente positivo para nós. É quando saber dizer "não" passa a ser positivo.
Precisamos,na verdade, entender que a maioria dos problemas que se nos apresentam podem ser evitados, com uma simples mudança da nossa mentalidade.
Lembremos sempre que a necessidade de dizer "sim" o tempo todo é um desafio para nós e aprender a dizer "não" pode vir a ser um dos nossos maiores impulsionadores de produtividade. Precisamos entender que dizer "não", não significa ser egoísta. Significa que precisamos aprender o momento certo para dizer "não" e como dizê-lo de forma construtiva.
Precisamos entender que na maior parte das vezes em que dizemos "não", isto não deve ser entendido como estarmos decepcionando um bom amigo ou alguém que sempre respeitamos. Precisamos entender que podemos não estar vivendo a nossa vida. Precisamos aprender a dizer "não", quando sentimos que estamos pressionados a dizer "sim".
Ao encararmos de frente as diversas situações que nos apresentam, poderemos facilmente verificar que à medida que aumentam o número de "sim", também aumenta a carga de atuação sobre nós. Deixamos de ter tempo para nossas prioridades.
Uma boa alternativa é procurar o equilíbrio entre os dois tipos de atuação, somente dizendo sim após analisar cada situação apresentada, no seu todo, e nossas prioridades. A administração de nosso tempo é fundamental para que nos sintamos felizes. 
Muitos profissionais dizem que pessoas de sucesso não têm medo de dizer "não". 
Danielle Rightsch, em artigo publicado ano passado no site Lifehack, relata que "Oprah Winfrey, considerada uma das mulheres mais bem sucedidas do mundo, confessou que foi muito tarde na vida, que ela aprendeu a dizer não. Mesmo depois de se tornar internacionalmente famosa, ela sentiu que tinha que dizer sim para praticamente tudo. Foi só quando percebeu que, depois de anos lutando para dizer não, "finalmente cheguei a essa pergunta: o que eu quero?""
Danielle acrescenta o que disse certa vez o  bilionário Warren Buffett: "A diferença entre pessoas bem sucedidas e pessoas realmente bem-sucedidas é que pessoas realmente bem-sucedidas dizem não a quase tudo".
Danielle acrescenta em seu artigo: "Desde cedo, estamos condicionados a dizer "sim". Nós dissemos sim, provavelmente centenas de vezes, a fim de se formar no ensino médio e, em seguida, entrar na faculdade. Nós dissemos sim para encontrar trabalho. Nós dissemos sim para obter uma promoção. Nós dissemos sim para encontrar o amor e depois sim novamente para ficar em um relacionamento. Nós dissemos sim para encontrar e manter amigos.
Dizemos sim porque é melhor ajudar alguém. Dizemos sim porque pode parecer a coisa certa a fazer. Dizemos sim porque achamos que é fundamental para o sucesso. E dizemos sim porque o pedido pode vir de alguém difícil de resistir como o chefe.
E isso não é tudo. A pressão para dizer sim não vem apenas dos outros. Nós colocamos muita pressão em nós mesmos. No trabalho, dizemos sim porque nos comparamos com os outros que parecem estar fazendo mais do que somos. Fora do trabalho, dizemos sim porque nos sentimos culpados por não estarmos fazendo o suficiente para passar tempo com a família ou amigos.
A mensagem, não importa para onde nos dirigimos, é quase sempre: “Você realmente poderia estar fazendo mais”. O resultado? Quando as pessoas nos pedem o nosso tempo, estamos fortemente condicionados a dizer sim."
Para aprendermos a dizer "não" precisamos sair de nossa zona de conforto, encarar de frente cada uma das situações que se apresentam. 
Tente agora. Diga não a um amigo que continua se aproveitando de sua boa vontade. Ou diga a alguém da sua família que você não pode emprestar dinheiro novamente porque não lhe pagou da última vez. Você se sentirá muito mais feliz.

sábado, 7 de abril de 2018

Imagens do Brasil - Sorocaba - São Paulo



Sorocaba (pronuncia-se: so̞ɾo̞ˈkabɐ) é um município brasileiro da Região Metropolitana de Sorocaba, da Mesorregião Macro Metropolitana Paulista e da Microrregião de Sorocaba, no interior do estado de São Paulo. 
As bases físicas sobre as quais se encontra o município começaram a ganhar forma há milhões de anos, com a definição geológica da bacia do rio Sorocaba, na chamada depressão periférica. 
Os bandeirantes passavam por essa região quando iam para Minas Gerais e Mato Grosso à procura de ouro, prata e ferro. 
O primeiro ciclo a marcar a vida econômica de Sorocaba foi o bandeirismo, quando os Sorocabanos aprofundaram-se além das linhas de Tordesilhas, montando entrepostos comerciais e de mineração. 
Em 1852, apareceram as primeiras tentativas fabris. No entanto, o comércio do algodão cru revertia melhores lucros aos Sorocabanos. A cultura do algodão desenvolveu-se grandemente, a ponto de levar Luís Mateus Maylasky, o maior comprador de algodão da zona, a construir, em 1870, a Estrada de Ferro Sorocabana (EFS) inaugurada em 1875. A ferrovia foi um dos fatores do desenvolvimento industrial, que teve início com a Real Fábrica de Ferro São João do Ipanema, primeira metalúrgica em escala industrial da América Latina, de onde saiu um dos grandes Sorocabanos, Francisco Adolfo de Varnhagen, o Visconde de Porto Seguro. 
A partir da queda das exportações do algodão, os Sorocabanos passaram a industrializar a fibra na própria cidade. Assim, Manuel José da Fonseca inaugurou, em 1882, a fábrica de tecido Nossa Senhora da Ponte; logo em 1890, apareceram as fábricas Santa Rosália e Votorantim, que deram início ao parque industrial de Sorocaba juntamente com as indústrias têxteis de origem inglesa que se instalaram na cidade, tornando-a conhecida como a "Manchester paulista". 
O declínio da indústria têxtil fez com que a cidade buscasse novos caminhos e, a partir da década de 1970, diversificou o seu parque industrial, hoje com mais de 1.700 empresas: entre elas, algumas das principais do país. 
O parque industrial de Sorocaba possui excelente infraestrutura rodoviária, transportes públicos, rede de energia elétrica, telecomunicações, deposição de lixo e resíduos industriais, água e esgoto, com mais de 25.000.000 de metros quadrados. 
As principais atividades econômicas são: indústrias de máquinas, siderurgia e metalurgia pesada, indústria automobilística, autopeças, mecânicas, indústrias têxteis, equipamentos agrícolas, químicas, petroquímicas farmacêuticas, papel e celulose, produção de cimento, energia eólica, eletrônica, ferramentas, telecomunicações entre outras, tornando-se assim uma cidade dinâmica e de boa situação econômica. 
Áreas verdes - Sorocaba conta com 21 parques municipais, entre os quais podem ser citados.
- Parque João Câncio Pereira (Água Vermelha) - possui um alqueire de terra com três lagos, palmeiras e árvores frutíferas, sendo um ótimo espaço de lazer. 
- Parque Ouro Fino - é uma área de fundo de vale com uma riqueza natural e sua mata ciliar. Possui playground, campo de futebol e mesas para piqueniques. 
- Parque da Biquinha - tem uma topografia privilegiada por fazer parte de uma bacia hidrográfica com um lago e várias quedas de água, foi criado em 1976. Várias mudas de plantas de várias regiões brasileiras foram plantadas para o enriquecimento da paisagem e servindo como atrativo para diversas espécies de animais. Possui área apropriada para lazer, quiosques com churrasqueiras, local para piqueniques, playground e um delicado orquidário. 
- Parque Natural dos Esportes Chico Mendes - é bastante apropriado para a prática de esportes e caminhada, o parque é uma área verde com uma cobertura vegetal predominante de eucaliptos e mata ciliar preservada, com 145 mil metros quadrados. Podem ser observados vários animais, como araras, pavões, patos e gansos. Foi criado em 22 de dezembro de 1977 e é apropriado para a realização de atividades educativas e eventos como a Expo-verde, feira de plantas e flores que conta com exposição de pesquisas realizados pelas universidades da região. 
- Parque Zoológico Municipal de Sorocaba - considerado um dos zoológicos mais completos da América Latina destaca-se por suas características que se apoiam na educação, lazer, pesquisa e conservação. Ocupa área de 150.000 metros quadrados, dos quais 17.000 são ocupados por um lago e outros 36.000 por vegetação natural da mata Atlântica. Está localizado no bairro Vila Hortênsia, na zona leste da cidade. 
- Jardim Botânico de Sorocaba. 
- Parque do Paço Municipal - área onde se encontra o Conjunto Arquitetônico do Alto da Boa Vista (Palácio dos Tropeiros, Teatro Municipal Teotônio Vilela, Biblioteca Municipal "Jorge Guilherme Senger" e Câmara Municipal de Sorocaba). Possui área verde, equipamentos de exercício físicos, Pista de Caminhada “Odilon Araújo” e playground. 
- Parque Carlos Alberto de Sousa - está situado na Av. Antônio Carlos Comitre, Parque Campolim (espelho d'água, três pistas de caminhada, ilha de alongamento, equipamentos de exercícios). 
- Parque Maestro Nilson Lombardi - situa-se na avenida Américo Figueiredo, no Jardim Ipiranga. Conta com anfiteatro para 1.200 pessoas, ciclovia, pista de skate, duas quadras poliesportivas, pista de caminhada, entre outras atividades de lazer.
- O Parque Kasato Maru - é um jardim japonês situado no cruzamento das avenidas Antônio Carlos Comitre e Washington Luís. Inaugurado em 2008, em homenagem ao centenário da imigração japonesa no Brasil, os projetos arquitetônico e paisagístico do parque trazem elementos presentes na cultura e religião do Japão. Com cerca de 8 mil m² e um espelho d'água natural, a entrada do parque possui um Torii. Na outra extremidade há um globo terrestre metálico, com 4,5 metros de diâmetro, representando a rota percorrida pelo navio Kasato Maru. Sobre o espelho d'água foi implantada uma ponte Taiko Bashi, com formato de arco, estrutura metálica e piso de madeira, um deque de madeira e rochas em suas margens. O espaço ainda oferece pista de caminhada, em concreto estampado, gramado, mudas de árvores e plantas típicas do oriente, como azálea, túia e buchinho, e uma cascata de pedras.
- Parque Miguel Gregório de Oliveira - é um dos maiores da cidade e está localizado entre os bairros Júlio de Mesquita Filho (Sorocaba 1) e Wanel Ville. Possui pista de caminhada e é aberto ao público 24 horas. 
- Parque dos Espanhóis - uma homenagem à colônia espanhola em Sorocaba. O local onde funcionou o Centro Social Urbano - CSU está numa área de mais de 40.000 m² e custou aos cofres públicos quase R$1.000.000,00 em reformas, novos espaços, equipamentos, paisagismo e adaptações. 
Economia 
Ao longo dos últimos vinte anos, a cidade vem passando por diversos projetos de urbanização, tornando-se, hoje, uma das mais desenvolvidas do país. Sorocaba recebeu urbanização de ruas e avenidas, se preparando para o tráfego intenso que recebe diariamente, principalmente de veículos de outras cidades (microrregião de Sorocaba). 
Considerado o centro financeiro de Sorocaba, o Parque Campolim é um dos bairros mais caros do país, com o valor do metro quadrado superior a oito mil reais, superando cidades como Londrina, Ribeirão Preto e Campinas. Estima-se que cerca de 250 mil carros circulem diariamente pela Avenida Antônio Carlos Comitre, principal via do bairro.
O Aeroporto de Sorocaba, com instalações da Embraer e Gulfstream, é considerado o aeroporto executivo mais movimentado da América do Sul, recebendo mais de 200 voos por dia.
Em 2017 Sorocaba foi eleita a décima melhor cidade do Brasil para viver.
A cidade é um importante polo industrial do estado de São Paulo e do Brasil e sua produção industrial chega a mais de 120 países, atingindo um PIB acima dos R$ 32 bilhões, o décimo nono maior do país, a frente de capitais como São Luís, Belém, Vitória, Natal e Florianópolis.
As principais bases de sua economia são os setores de indústria, comércio e serviços, com mais 22 mil empresas instaladas, sendo mais de duas mil delas indústrias. 
As áreas produtivas de Sorocaba e Campinas foram as principais responsáveis pela descentralização industrial da região metropolitana de São Paulo entre os anos de 2000 a 2010. 
Parque Tecnológico 
O Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS) é um ambiente criado para atrair e acomodar empresas intensivas em tecnologia, instituições de ensino e pesquisa, assim como empresas de consultoria ou organizações, públicas e/ou privadas, que possam oferecer serviços de apoio técnico e de mercado. Desta forma, o PTS facilita, às partes interessadas, o acesso ao conhecimento bem como ao mercado, pela aproximação com possíveis desenvolvimentos e inovação tecnológica assim como oportunidades comerciais, em nível nacional e internacional. Com 1 milhão de m² ao todo, o Parque Tecnológico de Sorocaba se diferencia dos demais, por não abrigar o setor produtivo das empresas, mais sim seus laboratórios de Pesquisa e desenvolvimento (P&D). Diferente da maioria dos empreendimentos do gênero, ele reúne em um mesmo ambiente 10 universidades distintas, além de escritórios de entidades certificadoras e registro de marcas e patentes. Foi investido aproximadamente R$ 70 milhões nessa primeira fase, incluindo recursos da Prefeitura e do Governo do Estado. 
O espaço está à disposição de empresas e empreendedores interessados em agilizar o seu processo de inovação. No local são prestados serviços de orientação para elaboração de projetos, propriedade intelectual, desenvolvimento de produtos, apoio jurídico, captação de recursos e empreendedorismo. Iniciativa inédita no país pretende alavancar o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), influenciando na geração de empregos e no aumento do Produto Interno Bruto (PIB) de Sorocaba. 
Educação 
Sorocaba possui cinco universidades, sendo duas públicas: UNESP Sorocaba e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), duas comunitárias: Universidade de Sorocaba (UNISO) e Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e uma privada: Universidade Paulista (UNIP). 
Possui também sete faculdades, entre elas, a Faculdade de Engenharia de Sorocaba (FACENS), Faculdade Ipanema, Faculdade de Tecnologia do estado de São Paulo - Sorocaba (FATEC-SO), Faculdade de Educação Física da Associação Cristã de Moços de Sorocaba (FEFISO), Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (ESAMC), Anhanguera Educacional, e União das Instituições Educacionais de São Paulo (UNIESP), entre outras escolas. 
São quatrocentas escolas públicas, municipais e privadas, de ensino fundamental a médio, muitas com cursos profissionalizantes. Também estão presentes na cidade grandes instituições como o SENAI, Senac, Escola Técnica Estadual Rubens de Faria e Sousa, Escola Técnica Estadual Fernando Prestes, Escola Técnica de Sorocaba e o Colégio Politécnico de Sorocaba (instituição filantrópica), abriga também o colégio modelo de Sorocaba, a escola Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, conhecida também como "Estadão".
Cultura 
Constituída em 1992 como uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, a Fundação de Desenvolvimento Cultural (FUNDEC) é responsável por boa parte da agenda cultural da cidade de Sorocaba. Administra a Orquestra Sinfônica de Sorocaba, o Instituto Municipal de Música, os núcleos de Informações, Corais, Danças e Artes Cênicas, o Cineclube Municipal, os grupos de MPB e Jazz, Choro e Cordas, a Banda Sinfônica, o Espaço de Exposições e a Usina Cultural. Tem sua sede no antigo Teatro São Rafael, construído em 1844 em pleno coração da cidade. Já serviu de abrigo para a Prefeitura de 1935 a 1980 e para a Câmara Municipal de Sorocaba de 1982 a 1999. 
Os teatros mais importantes de Sorocaba são Teatro Municipal Teotônio Vilela, Teatro Armando Pannunzio (SESI), Teatro América, Teatro do SESC. 
Entre os museus há o Museu Histórico Sorocabano, o Museu da Estrada de Ferro Sorocabana, Casa de Aluísio de Almeida, Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Sorocaba, Museu do Tropeirismo, Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, Museu da Imagem e do Som de Sorocaba e Museu de História Militar de Sorocaba. 
Os principais monumentos de Sorocaba são: Canhões da Praça Dr. Arthur Fajardo; Pelourinho; Monumento a Baltasar Fernandes; Marco da Revolução Liberal; Monumento aos Bandeirantes; Monumento a Luís Mateus Maylasky; Monumento ao Tropeiro; Monumento ao Algodão; Obelisco ao Pracinha da Força Expedicionária Brasileira; Monumento a João de Camargo; Monumento à Mãe Preta; Monumento a Rafael Tobias de Aguiar; Cruz de Ferro, entre muitos outros. 
Outros locais de interesse são: Mercado Municipal; Casa de Aluísio de Almeida; Casarão do Brigadeiro Tobias; Espaço Cultural Municipal; Usina Cultural; a Oficina Cultural Regional Grande Otelo; Capela de João de Camargo; Capela do Divino; Igreja de Sant’Ana e Mosteiro de São Bento; Catedral Metropolitana de Sorocaba; Igreja de Aparecidinha; Capela Nossa Senhora da Penha. 

Referência para o texto: Wikipédia

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Como focar e maximizar sua produtividade

A chave para manter elevada produtividade em qualquer tarefa que se enfrenta é manter o foco na realização da mesma. É bem sabido que muitas das vezes isto não acontece, por diversas razões e fatos que distraem a atenção, diminuem a concentração.
Portanto, se torna importante saber como se concentrar, sem o que, nunca seremos capazes de pensar com clareza, resolver problemas, tomar decisões ou lembrar de coisas relevantes. É importante se manter focado na tarefa, mas isto está se tornando cada vez mais difícil. Diversas coisas que acontecem ao nosso redor podem nos tirar do foco naquilo que estejamos fazendo, em qualquer momento.
Toda vez que a mente se desvia do trabalho que está sendo realizado, precisamos perder tempo e energia para voltar aos trilhos. Um estudo recente da Universidade da Califórnia mostrou que as pessoas levam em média 25 minutos e 26 segundos para voltar ao trabalho após uma interrupção. Isso significa que toda vez que algo nos tira a atenção da tarefa que está sendo executada, perdemos quase meia hora do nosso precioso tempo. Interrupções podem acontecer de forma inesperada, mas quando acontecem várias vezes por dia, desperdiçamos muito tempo e energia.
É preciso estar atento sobre a razão de ser tão difícil manter o foco e o que se pode fazer para reduzir as distrações, sendo mais produtivo e aumentando o foco.
Alguns fatores que muitas das vezes não se considera podem gerar a dificuldade de  concentração na tarefa que estamos realizando. Deve-se prestar atenção se estamos fisicamente comprometidos, o que afeta sobremaneira nossa concentração. Tudo fica mais difícil quando alguém se sente doente ou cansado. Se não dormimos o suficiente, a mente está fadada a vagar.
O corpo humano deve estar em movimento, mas muitos de nós vivemos um estilo de vida sedentário. Não fazemos exercícios suficientes, o que é outro motivo comum para se perder o foco rapidamente. O exercício ajuda o corpo a regular os hormônios e processar a insulina. Também alivia sintomas de depressão e ansiedade. 
Um estudo britânico descobriu que o desempenho do trabalho das pessoas era melhor nos dias em que eles se exercitavam. Neste estudo foi solicitado a trabalhadores entrevistados que relatassem quais aspectos mais influenciavam no desempenho de suas tarefas, naqueles dias em que eles se exercitavam. Os resultados numéricos apontaram uma melhora nas habilidades mentais e sociais da ordem de 79%; para a capacidade de lidar com o estresse, o índice de melhora alcançado foi 27%; para a capacidade de cumprir prazos, o índice verificado foi 22%; já para melhora nos níveis de concentração, chegaram a 21%; a melhora na motivação apresentou um valor de 41% e a melhora para a gestão do tempo, chegou a 72%.
Também o que se come e bebe pode ter um papel importante na capacidade de se adaptar ao trabalho. Uma boa hidratação, para começar, é importante, pois o corpo possui cerca de 60% de água. Se está desidratado, vai se sentir lento e o cérebro não será capaz de funcionar bem.
Problemas digestivos e bactérias intestinais desequilibradas também são prejudiciais, não importando o que se esteja fazendo. Um sistema digestivo afetado é desconfortável, mas também impede que se faça uso de todos os nutrientes constantes na comida ingerida. Isso significa que, mesmo se estivermos comendo bem, talvez não estejamos recebendo a nutrição que ajuda você na concentração.
Por exemplo, as vitaminas B são essenciais para a digestão e as esgotamos rapidamente quando estamos expostos ao estresse. A falta de vitaminas do complexo B quase certamente fará com que nos sintamos enjoados. 
Estes são alguns dos muitos fatores que afetam a capacidade de concentração quando alguma tarefa é realizada. Portanto é preciso estar atento aos momentos em que a concentração é diminuída, para avaliar os fatores influenciadores para tal.

Referência para o texto: Lifehack

segunda-feira, 26 de março de 2018

Reinvente-se

Talvez você tenha perdido o emprego ou o interesse pelo trabalho que está fazendo. Talvez um divórcio ou morte na família tenha ameaçado sua estabilidade econômica. Talvez você pense que agora está muito velho ou não tem o treinamento adequado para mudar para algo mais satisfatório ou melhor remunerado.
Várias pessoas em circunstâncias semelhantes se reinventaram, às vezes contra chances consideráveis, outras vezes de maneira surpreendente.
Um exemplo, é o Dr. Kenneth Jaffe, que depois de 25 anos de prática familiar em Park Slope, Brooklyn,  resistiu à invasão dos cuidados gerenciados por terceiros e descobriu que não podia mais ter o tempo necessário para cuidar de seus pacientes e ganhar a vida com isso.
Assim, aos 55 anos, inspirado nos cursos feitos na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Columbia, ele abandonou a medicina, mudou-se para uma área economicamente deprimida, onde a terra era abundante e barata, e começou a criar carne sem hormônios e antibióticos. Ele denominou seu empreendimento Slope Farms em homenagem ao seu antigo bairro e ao Park Slope Food Coop , que vende carne de suas 200 cabeças de gado.
Agora com 66 anos, o Dr. Jaffe disse que continua satisfeito com seu trabalho na agricultura sustentável. Ele ajuda outros fazendeiros perto de sua casa em Catskills a fazer o mesmo, e apoia um programa que denominou Fazenda para a Escola, que fornece carne de gado alimentado no pasto, para crianças no jardim de infância até o 12º ano.
Outro exemplo é o de Mary Doty Sykes que foi assistente social por 30 anos, aconselhando e ensinando pais e adolescentes adolescentes sobre sexualidade, auto-imagem, questões familiares e treinamento profissionalizante, primeiro em Chicago e depois nas escolas públicas de Nova York. Quando ela se encontrou sozinha, divorciada em seus 50 e poucos anos, ela decidiu que era hora de sair da cidade.
"Eu aluguei minha casa para pagar uma escola como massoterapeuta", um interesse que ela desenvolveu depois que técnicas de medicina alternativa a ajudaram a se recuperar de ferimentos graves sofridos em um acidente de carro. Começando aos 55 anos como terapeuta licenciada, por 13 anos ela fez massagens terapêuticas em vários locais, muitas vezes para adultos mais velhos, no oeste de Massachusetts. Agora com 75 anos e de volta a Nova York, a Sra. Sykes oferece terapia de reiki e participa de várias aulas de dança. “Tenho sorte de poder fazer tudo isso; Eu me divirto muito ”, disse ela.
"Diversão" é um eufemismo para Richard Erde, também de 75 anos, que trabalhou como programador de computador por 28 anos. Depois que ele se aposentou em 2005, o Sr. Erde se entregou a um interesse de longa data pela ópera, fazendo um teste para se tornar um extra, ou supranumerário, na Metropolitan Opera.
"Eu estive no palco do Met literalmente centenas de vezes com cantores mundialmente famosos e eu nunca cantei uma palavra", o Brooklynite riu. “Eu usei todos os tipos de fantasias, de padre budista a soldado russo. É extaziante, às vezes, mais eu sou pago para fazer isso". Quando a temporada do Met termina no final da primavera, ele faz o mesmo com o American Ballet Theatre, onde as “supers”são muitas vezes integradas ao corpo de ballet quando elas evoluem pelo palco.
Mais um caso. Com 21 anos, Beth Ravitz trabalhou como designer de tecidos, principalmente em seu próprio negócio de sucesso em Nova York. Então, aos 40 anos, ela desistiu para passar mais tempo com seus três filhos e dois enteados. A família mudou-se para Coral Springs, Flórida, onde, ela disse: “Eu não queria pensar em dinheiro; eu queria nutrir minha alma e me tornar uma verdadeira artista".
Quando se matriculou em uma aula de cerâmica em uma faculdade comunitária, ela viu anúncios em busca de candidatos para criar arte pública, decidiu ir lá e foi contratada para fazer um projeto. Depois de obter bacharelado e mestrado em belas artes, ela conseguiu lecionar em nível universitário, um trabalho que adorava e acabou se tornando o que é hoje aos 66 anos: consultora de arte pública em duas cidades da Flórida (Lauderhill e Tamarac) e lutar por artistas cujo trabalho ela disse ser muitas vezes desvalorizado. "Adoro a luta e adoro poder fazer a diferença", disse Ravitz.
Com apenas 37 anos, Dorie Clark, professora da Duke University School of Business, afirma que "Embora eu tenha sido como um cavalo com viseiras, começando aos 23 anos como escritora de ciência e saúde, e nunca ter me afastado do caminho escolhido há 52 anos, tenho grande admiração pela coragem, imaginação e determinação de pessoas como essas quatro citadas, que se reinventaram acreditando que você nunca sabe o que pode fazer até tentar".
E continua: "Em vez de iniciar uma nova carreira no semi-emprego, estou expandindo meus horizontes aprendendo espanhol; indo a mais concertos, óperas, palestras e museus; e viajando. Recentemente, levei meus quatro netos em um cruzeiro pela natureza, no Alasca, e a um safári na Tanzânia".
Prossegue: "Eu também adotei um filhote de cão e o treinei para ser um cão de terapia para animar pacientes e funcionários em nosso hospital local. E se eu puder encontrar um professor com um horário flexível, espero aprender um novo instrumento, de preferência o bandoneon, uma espécie de concertina apresentada no tango argentino".
E mais adiante ela cita: "Uma coisa que eu já estou aprendendo são meus limites: saber quando dizer não; então terei tempo e energia para fazer o que é mais importante para mim no último quarto da minha vida".
Dorie Clark, é autora de Reinventing You , é especialista em auto-reinvenção e ajuda os outros a fazer mudanças em suas vidas.
“De um modo geral", ela disse, “os mesmos princípios se aplicam independentemente da sua idade”. Mas ela tem conselhos específicos para pessoas com mais de 50 anos.
■ “Faça um esforço especial para se familiarizar com as mídias sociais e com a nova tecnologia - elas são uma proxy de como 'com ela' você se sentirá atualizado".
■ “Reconheça que é provável que você seja super qualificado para determinados trabalhos. Talvez diga que você está procurando por uma nova aventura, você não precisa ser o chefe, você está pronto para ser um jogador de equipe".
■ “Surpreenda as pessoas enfrentando qualquer imagem fixa que possam ter de você. Seu currículo pode dizer uma coisa, mas isso não significa que é a única coisa que você pode fazer. Mostre a você a seriedade em se reinventar, talvez por se voluntariar ou escrever um blog - algo que obriga as pessoas a vê-lo de uma maneira nova ”.
Ela também sugere “reconectar-se com laços latentes” - pessoas com quem você teve um bom relacionamento anos antes. Elas podem ser capazes de abrir portas ou ter ideias que você não tinha pensado.

Referência para o texto: Well New York Times - por Jane E. Brody

sexta-feira, 16 de março de 2018

Evite o networking e comece a construir relacionamentos que importam

O site Entrepreneur.com apresentou recentemente um artigo escrito por Suzan Patel, tratando de abordagem networking vs comunidades, considerando posicionamento de dois empresários-autores para o redator do artigo. Eles defendem que construir uma comunidade é mais importante do que o manter um networking
O autor lembra que "desde o dia em que entramos no mundo profissional - e mesmo antes disso - a necessidade de participar de uma rede (networking) está marcada em nossos cérebros. Precisamos nos colocar para o mundo, fazer conexões e expandir nossa rede para avançar em nossas carreiras.
No entanto, enquanto o conceito geral não está errado, a maneira como muitas vezes fazemos isso está", diz ele.
E acrescenta: "a rede não é uma coisa ruim por si só. Isso me ajudou a desenvolver centenas de empresas e a construir minha marca pessoal. Mas quando abordamos a rede exclusivamente com uma mentalidade "O que há para mim", isso se torna menor sobre o valor e maior sobre a venda de si mesmo.
O autor relata que recentemente, ele teve um encontro com Scott Gerber e Ryan Paugh , co-fundadores da The Community Company, para conversar sobre próximo livro que eles lançarão, Superconnector: Stop Networking e Start Building Relationships Matter, e apresenta no artigo o que os empresários compartilharam com ele sobre a importância da construção de uma comunidade.
Comece com a autoconsciência
Com a empresa The Community Company, Gerber e Paugh desenvolveram programas orientados para comunidades, para marcas e empresas de mídia globais. Mas eles advertem que antes que você possa começar a construir uma comunidade, você precisa primeiro olhar para dentro de si.
"Realmente comece conhecendo-se", disse Paugh. "Antes que você possa realmente conhecer outras pessoas e começar a construir excelentes relacionamentos com eles, você precisa entender o tipo de pessoa que você é e quais as maneiras de construir conexões em sua vida; elas funcionarão melhor para você".
Dependendo se você é introvertido ou extrovertido, a maneira como você vai construir uma comunidade será fundamentalmente diferente. Paugh diz saber que ele prospera melhor na comunicação cara-a-cara, em configurações de pequenos grupos. "É por isso que promovo pequenos jantares de rede sempre que viajo. Isso me permite conhecer novas pessoas e me conectar em uma situação na qual me sinto confortável; isto teve um enorme impacto na minha rede profissional".
Faça a sua cabeça.
"Ninguém gosta de um networker", disse Gerber. "No livro, não estamos tentando oferecer dicas ou táticas. Essas palavras levaram à destruição de como começou a rede: uma invasão de relacionamentos".
Ele acrescenta que, em vez disso, construir uma comunidade e crescer sua rede exige uma "mudança de mentalidade total". Não é algo que você pode aprender durante a noite. Não é simplesmente uma questão de aplicar um programa de cinco passos para o sucesso. Você precisa se concentrar em fazer conexões que fornecem valor - e não necessariamente monetariamente.
Uma vez que você se sinta confortável em sua própria pele, você pode sair e construir a comunidade que funciona melhor para você. E isso significa criar a comunidade que lhe permitirá ter sucesso e ajudá-lo a ajudar os outros a ter sucesso também. São essas relações mutuamente benéficas que transformam suas conexões em uma comunidade.
Não confunda tecnologia com "comunidade".
No mundo de hoje, estamos constantemente conectados. E enquanto a tecnologia pode parecer um benefício em termos de construção de comunidades, às vezes pode ser prejudicial. O autor do artigo diz "Nunca estou sem meu celular, e estou constantemente em sintonia com minhas redes sociais, seguindo meus gostos e seguidores. Mas esses tipos de métricas são, em última instância, sem sentido quando se trata de identificar e expandir nossas comunidades".
Como Gerber disse: "Eu acredito que as pessoas se conectam quando se comportam como um conector, e esses são princípios fundamentalmente diferentes". "Essas métricas de vaidade de gostos e compartilhações nos levam a acreditar que construímos algo quando na verdade não temos", ele apontou.
O autor do artigo acrescenta que "A tecnologia deve ser usada para amplificar sua comunidade, mas não é sua própria comunidade. Você pode criar relacionamentos significativos on-line usando essas ferramentas, mas você precisa se concentrar em fornecer valor".
O lucro não é ruim.
No mundo da construção comunitária, há um pouco de estigma sobre obter lucros de sua comunidade. Mas esse não deve ser o caso; não devemos nos sentir culpados por buscar lucros. Construir uma comunidade leva tempo e esforço, e todos precisamos tirar algo dos relacionamentos em que investimos. Seja essa oportunidade ou companheirismo, é necessário que haja algum tipo de benefício mútuo para ambas as partes. Como Paugh disse: "Muitos construtores de comunidades falham porque não pensam sobre o quanto eles estão lucrando".
Esforçar-se para lucrar não significa que você deve recorrer aos hábitos estereotipados dos networkers. Em vez disso, seja um "superconectador". Enquanto os networkers têm uma mentalidade transacional, as superconectadores estão mais focadas em uma troca de valor. Quando conheço pessoas novas, não estou pensando imediatamente sobre como elas podem me ajudar. Em vez disso, estou empenhado em construir esse relacionamento, essa comunidade, com a ideia de que, quando chegar a hora, terei um lugar para usufruir.
Gerber acrescentou: "Sua rede é o seu patrimônio líquido"; isto não é novidade. Esse vínculos mais fortes são cruciais para o seu sucesso fundamental. A diferença é: as pessoas estão dispostas a ajudá-lo quando chegar a hora? Esse será o momento decisivo para mostrar o quão forte é a sua comunidade".
Referência para o texto: Entrepreneur.com

sexta-feira, 9 de março de 2018

O que a música faz em seu cérebro

O que lhe acontece quando tem uma música martelando em sua cabeça; uma comichão para tirá-la? Um neurocientista e músico de jazz e uma compositora comparam as notas das músicas pela fronteira da música e da ciência.
A música é o som mais complicado que o cérebro pode processar. Mas por que nossos cérebros evoluíram com ferramentas tão avançadas para criá-la e apreciá-la? O neurocientista e músico de jazz Charles Limb (TED Talk: Your brain in improv) fez a si mesmo essa pergunta uma e outra vez. Recentemente, ele se juntou com a compositora e música Meklit Hadero (TED Talk: A beleza inesperada dos sons cotidianos) para discutir a relação entre a música e o cérebro. Primeiro, ele explicou sua teoria de trabalho de que música acarreta linguagem.
A música é o estímulo auditivo mais avançado que existe. "Quando olhamos para o cérebro dos seres humanos e como eles evoluíram do cérebro dos animais, torna-se bastante claro que o sistema auditivo humano é capaz de processar o som em um enorme nível de complexidade", diz Limb. "A música, penso eu, é o mais alto refinamento dessa complexidade, o que significa que, tanto quanto eu sei, não há nada no mundo auditivo que seja mais difícil para o cérebro processar do que a música". E por que um sistema biológico seria capaz de processar uma tarefa tão complicada? Para Limb, a resposta está conectada à habilidade humana de inovar. "A ideia de que você pode improvisar um solo de jazz, hoje, é um reflexo direto do fato de que nossos cérebros têm essa capacidade inata de criar e gerar ideias inovadoras, o que é absolutamente parte integrante de como sobrevivemos como uma espécie", diz ele. Claro, ainda não sabemos o quanto isso evoluiu precisamente - ou as vantagens que a capacidade de expressão musical pode conferir a uma espécie. 
Sim, seu cérebro muda quando você está compondo música. Para muitos músicos, o caminho para a criação os conduz a comportamentos muito específicos (muitas vezes estranhos). Para Hadero, uma compositora e música, que cresceu em uma casa de cientistas, o "modo de compor" é uma  fuga para uma descoberta que às vezes representa uma semana. "Eu penso o modo de compor como uma mistura de disciplina e mistério", diz ela. Ela cozinha constantemente, por um lado, e ela mantém o telefone desligado para gravar ideias melódicas enquanto elas a atacam. Em geral, ela tenta "flutuar em uma música ao invés de abordá-la intelectualmente". Ela pode começar com improvisações vocais que soam como balbuciar, apenas ruídos e sons sobre uma melodia, e mais tarde ela vai escavar frases para que uma canção possa ganhar corpo. Já pelo lado de Limb, a busca para entender o que está acontecendo no cérebro durante esse processo instintivo mostrou que a área do cérebro relacionada ao auto-monitoramento e observação é desativada quando os músicos estão improvisando, ao passo que a região ligada à auto-expressão acende-se. Portanto, o balbuciar de Hadero, de fato, representa uma importante mudança fisiológica interna. "Você está realmente mudando a maneira como seu cérebro está funcionando", ele diz para ela. Agora, o desafio mais profundo: medir essas mudanças, entender o que realmente está acontecendo dentro do crânio de um músico - e, assim, tentar entender melhorar a forma como a criatividade realmente funciona. 
As experiências sobre a criatividade são caras ... e é quase impossível medi-las de alguma maneira. O processo criativo de Hadero leva muitas semanas, diz ela, "e a parte mais difícil acontece quando está começando, e os primeiros dias geralmente são uma porcaria. Nada sai. E então, fica cada vez mais fluido. "Então, ela pergunta a Limb, se ele já fez um estudo de fMRI (functional magnetic resonance imaging - ressonância magnética funcional) durante um longo período de criatividade musical, como os músicos da tradição clássica indiana, que podem improvisar por 12 horas ou mais tempo. Bem, diz Limb, um estudo de fMRI pode incorrer em mais de US$ 700 por hora, por isso é mais prático estudar músicos que rapidamente envolvem o cérebro em estados criativos. Isso, ele diz, é uma das razões pelas quais ele gravitava pelo jazz: "Modelo as experiências para tirar proveito de sua velocidade de improvisação", diz ele. 
Além da despesa e impraticabilidade de um estudo de fMRI (que implica em um músico tocar um teclado enquanto se encontra dentro de um longo tubo de metal), apenas projetar os experimentos levanta problemas enormes. Por exemplo, como você pode dizer se a saída criativa de um tema realmente melhorou? Ou, como diz Limb, como você pode dizer, "esses 100 solos de jazz foram melhores que esses outros 100 solos de jazz?" Ele continua: "Os cientistas não têm como quantificar ou medir se a produção criativa é boa. O problema é que estamos tentando fazer estudos sobre coisas que aprimoram, ou melhoram, ou até perturbam a criatividade. E, para realmente fazer algo como isso funcionar, ou ser viável, temos que ter uma maneira de medir se a criatividade foi melhorada ou piorada, e eu não sei como fazer isso. Ainda". 
A arte e a ciência podem trabalhar juntas para entender a criatividade. "A análise quantitativa de uma experiência subjetiva é de uma ordem superior", reconhece Hadero. Para ela, avaliar o valor de sua música é puramente intuitivo. "Eu me pergunto se uma música me possui", diz ela. "Está além do meu controle, se eu estou dentro da música ou não? Eu viajei? O público viajou? Isso é o que eu procuro em uma experiência musical - que a apreciação salte de você. Você não presta atenção como você deveria, você presta atenção sobre como não pode ajudá-la". Essa avaliação intuitiva, é claro, é difícil para os cientistas orientados a medir dados. Eles podem ter as mesmas reações apaixonadas na sala de concertos, mas transferir essas experiências para o laboratório é outra história. Isso deixa um grande fosso cultural entre os dois grupos - e um grande buraco na pesquisa sobre a criatividade. O último desejo de Limb: reunir artistas e cientistas para co-criar experiências que possam dar uma visão da criatividade e dos processos neurais que as originam. Com o envolvimento de artistas, Limb reflete: "realmente poderemos medir coisas que nunca foram medidas antes".
Referência para o texto: ideas.ted.com

terça-feira, 6 de março de 2018

7 hábitos para uma vida mais divertida

Experimente estas dicas para tornar sua vida mais alegre. 
1 - Busque aventuras na vida - As experiências de vida lhe permitem ter histórias para compartilhar com os outros. Faça esse trabalho de inicialização. Conte tudo como você sempre planejou. Todos adoram uma boa história.
2 - Cuide-se primeiro - Não importa o quanto você seja carismático, divertido ou interessante, se você estiver exausto. Se você estiver fisicamente e mentalmente estressado, você não terá nenhuma energia para mostrar o quão incrível você é. Então, descanse e cuide-se primeiro.
3 - Esteja 100% presente em cada momento - Solte esse telefone. Realmente ouça quando as pessoas falam com você. Pare de vagar com seus pensamentos. Concentre-se no momento.
4 - Encontre suas paixões - Quando você fala sobre suas paixões, você nota uma diferença no tom de sua voz e postura corporal? As chances são de que você sinta isto. Outras pessoas vão notar também e vão tornar as conversas mais divertidas e animadas.
5 - Tenha curiosidade genuína para a vida - Por ser incrivelmente curioso, você encontrará uma enorme quantidade de outras pessoas. Isso irá ajudá-lo a criar vínculos e confiança. Quando as pessoas constroem um relacionamento real com você, elas terão maior chance de se abrir mais para você e se divertir muito mais natural e facilmente.
6 - Reenquadre seus pensamentos - Quando você se depara com situações difíceis, é fácil reclamar e ser negativo. Em vez de fazer isso, veja se você pode encontrar humor em cada a situação. Rir com os outros pode mudar um momento difícil em um incrível. Não subestime o poder do humor.
7 - Pressione seus limites - Se você sempre faz as mesmas coisas uma e outra vez, pode ficar muito chato. Experimente uma nova atividade que você não tenha feito antes, como uma aula de dança, uma aula de culinária ou um concerto.
Referência para o texto: Inc.com