Com o avanço da tecnologia a possibilidade de oferta de serviços online cresceu muito, permitindo o surgimento da função de Assistente Virtual. Este vem a ser nada mais, nada menos do que um funcionário independente que trabalha a partir de seu próprio escritório e desempenha um papel significativo em suas atividades do dia-a-dia, fornecendo serviços administrativos, técnicos e criativos. Ao contrário de seu assistente pessoal on-line, estes assistentes virtuais não se limitam a uma determinada área de especialização.
A contratação de serviços de assistente virtual para o seu negócio provou ser compensador e, como eles economizam tempo e dinheiro, apresentam um bom retorno para o valor aplicado.
Um Assistente Virtual é um profissional com anos de experiência. Ele mantém-se atualizado sobre os assuntos que trata. Por exemplo, o emprego de um Assistente Virtual para realizar tarefas de pesquisa de mercado e outras relacionadas, produz excelente resultado, além de uma excelente condição para competir com os concorrentes no mercado.
Alguns benefícios relacionados com a contratação de um Assistente Virtual para o seu negócio podem ser enumerados.
1 - Poupança: a contratação de serviços de Assistente Virtual para o seu negócio é o grande caminho para economizar dinheiro. Como estes são empregados virtuais que trabalham a partir de sua casa, não há necessidade de fornecer espaço, computador, instalação de Internet, telefone e benefícios sociais, como plano de saúde, vale transporte, tickets alimentação e outros subsídios. Afora isso, nem é necessário pagar as contribuições da seguridade social, uma vez que eles estão em casa, portanto, reduzindo a sua sobrecarga. Outro benefício da nomeação de um Assistente Virtual é que eles cobram pelo trabalho a realizar, com um valor previamente acordado. A economia daí resultante você pode investir em seu negócio.
2 - Praticidade: A Internet tornou muito fácil terceirizar os serviços, 24/7, não importando onde você esteja no mundo. Sempre que você precisar de ajuda você pode pedir, independentemente do tempo.
3 - Versatilidade: os Assistentes Virtuais não são limitados a uma especialidade em particular; eles oferecem benefícios versáteis para você. Um único funcionário virtual tem todas as habilidades necessárias e pode servir-lhe com diferentes serviços. Seus serviços podem incluir a pesquisa de mercado, entrada de dados e processamento, contabilidade, serviços imobiliários, documentação, planejamento e programação, atender chamadas telefônicas e consultas, folha de pagamento, atendimento ao cliente, organizando de reuniões, design e desenvolvimento web, blog e conteúdo escrito e pagamento de contas em geral. Você pode escolher o serviço conforme sua necessidade ou demanda de negócios
4 - Liberação de tempo: se o seu pessoal profissional está cheio de tarefas e você não está conseguindo tempo para atividades familiares e de seu negócio, então é o momento de pensar em ter os serviços de um Assistente Virtual. Ele reduzirá sua carga e o deixará com tempo livre.
Devido a todas as razões dadas acima da demanda por um assistente pessoal virtual está aumentando dia-a-dia. Apenas sinta relaxado, agora as tarefas estão sendo tratadas por especialistas. Um assistente pessoal on-line ajuda na tomada de seus produtos e serviços uma marca e no aumento do valor do negócio.
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domingo, 20 de abril de 2014
domingo, 27 de novembro de 2011
O que fazer quando as coisas não vão muito bem
Quando a economia está instável, manter-se confiante não é das tarefas mais fáceis. Mas a capacidade de avançar com firmeza diante dos desafios é um traço valioso para um bom gestor. Alguns parecem já nascer com o dom. Outros se adaptam conforme as circunstâncias, e o aprendizado adquirido com as vacas magras os impulsiona a se destacar ainda mais na prosperidade.
Falar tudo isso é muito bonito e inspirador. Mas, na prática, como lidar com os altos e baixos do seu negócio? Como não titubear quando você faz tudo certo e, por alguma razão, as vendas não decolam? Não se desespere (ainda). A revista Entrepreneur separou algumas dicas que podem ajudá-lo na gestão da sua empresa.
Aprenda com os erros - em vez de se sentir fracassado diante de um “não”, tente identificar o que deu errado e aprender a lição – para não errar de novo. Se algo não está dando certo, talvez seja a hora de repensar a sua abordagem e estratégia de gestão. Toda empresa passa por momentos bons e ruins. Aprenda, com suas próprias experiências, a diminuir os últimos.
Enfrente os medos - o receio de tudo dar errado é perigoso e pode atuar como um inibidor de práticas inovadoras e de sucesso. Esse temor é ainda maior quando o empresário já passou por períodos difíceis. Mas são nessas situações complicadas que passamos a nos conhecer melhor e, com isso, a controlar as nossas emoções e reações.
Depois que enfrentamos uma crise, estamos mais bem preparados para crescer e evoluir. E se não tiver outro jeito, que venha a próxima!
Compartilhe suas experiências com um confidente - ter alguém com quem desabafar é sempre bom. Quem vê o labirinto de fora o enxerga com mais clareza e pode, assim, dar conselhos mais produtivos e sem tantos preconceitos. Além disso, carregar um fardo sozinho pode ser pesado demais.
Inspire-se em grandes empresários - histórias de empreendedores de sucesso são sempre inspiradoras. Se você admira alguém, tente descobrir ou imaginar como ele ou ela reagiria diante da situação pela qual sua empresa está passando no momento e como esse empreendedor se manteve diante dos altos e baixos profissionais. Afinal, todo empresário já enfrentou alguma
dificuldade ou grande desafio.
Dê um tempo - se você já tentou de tudo e nada parece funcionar, talvez seja a hora de dar um tempo, nem que seja um dia de folga ou algumas horas do dia para refrescar a mente e respirar outros ares. Muitas vezes, estamos tão focados em um problema, que ele acaba criando proporções gigantescas. Um tempinho para se organizar melhor, repensar estratégias e desestressar um pouco pode clarear a situação e evitar atitudes desnecessárias movidas pelo
desespero. E aí, de repente, você percebe que o problema não era tão grande assim… e que as vaquinhas logo logo voltarão a engordar.
Fonte: Revista Mais Negócios, Boletim Semanal Nº 11 Período 2011/12 do Rotary Club de Nova Iguaçu
Falar tudo isso é muito bonito e inspirador. Mas, na prática, como lidar com os altos e baixos do seu negócio? Como não titubear quando você faz tudo certo e, por alguma razão, as vendas não decolam? Não se desespere (ainda). A revista Entrepreneur separou algumas dicas que podem ajudá-lo na gestão da sua empresa.
Aprenda com os erros - em vez de se sentir fracassado diante de um “não”, tente identificar o que deu errado e aprender a lição – para não errar de novo. Se algo não está dando certo, talvez seja a hora de repensar a sua abordagem e estratégia de gestão. Toda empresa passa por momentos bons e ruins. Aprenda, com suas próprias experiências, a diminuir os últimos.
Enfrente os medos - o receio de tudo dar errado é perigoso e pode atuar como um inibidor de práticas inovadoras e de sucesso. Esse temor é ainda maior quando o empresário já passou por períodos difíceis. Mas são nessas situações complicadas que passamos a nos conhecer melhor e, com isso, a controlar as nossas emoções e reações.
Depois que enfrentamos uma crise, estamos mais bem preparados para crescer e evoluir. E se não tiver outro jeito, que venha a próxima!
Compartilhe suas experiências com um confidente - ter alguém com quem desabafar é sempre bom. Quem vê o labirinto de fora o enxerga com mais clareza e pode, assim, dar conselhos mais produtivos e sem tantos preconceitos. Além disso, carregar um fardo sozinho pode ser pesado demais.
Inspire-se em grandes empresários - histórias de empreendedores de sucesso são sempre inspiradoras. Se você admira alguém, tente descobrir ou imaginar como ele ou ela reagiria diante da situação pela qual sua empresa está passando no momento e como esse empreendedor se manteve diante dos altos e baixos profissionais. Afinal, todo empresário já enfrentou alguma
dificuldade ou grande desafio.
Dê um tempo - se você já tentou de tudo e nada parece funcionar, talvez seja a hora de dar um tempo, nem que seja um dia de folga ou algumas horas do dia para refrescar a mente e respirar outros ares. Muitas vezes, estamos tão focados em um problema, que ele acaba criando proporções gigantescas. Um tempinho para se organizar melhor, repensar estratégias e desestressar um pouco pode clarear a situação e evitar atitudes desnecessárias movidas pelo
desespero. E aí, de repente, você percebe que o problema não era tão grande assim… e que as vaquinhas logo logo voltarão a engordar.
Fonte: Revista Mais Negócios, Boletim Semanal Nº 11 Período 2011/12 do Rotary Club de Nova Iguaçu
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Administradores - Sempre Definam as Regras do Jogo
Vejam quanto ilustrativo o comentário do Stephan Kanitz, em seu blog, com post de 08/08/2011.
Imagine-se técnico da seleção da economia brasileira.O Brasil está perdendo o jogo da globalização por 4 a zero. Você se reúne com seus assistentes economistas para analisar as opções:A primeira opção é mandar todo o time para o ataque.Isto significa incentivar a indústria brasileira a adotar programas de qualidade e produtividade, apoiar as exportações, investir em tecnologia e aumentar a competitividade.É o que nossos governos têm feito desde 1950, sem muito sucesso, vamos ser totalmente honestos.Outra opção seria criar uma enorme confusão no meio de campo, provocar a expulsão de adversários como a Alca e o FMI e anular a partida, já que as regras foram inventadas por eles.Esta tem sido a tática da Cepal, do pessoal da Moratória, MST, Unicamp etc.Estas são basicamente as duas únicas opções discutidas há 60 anos pela maioria dos especialistas e partidos políticos.Existe ainda uma terceira opção, pouco analisada, que parte da percepção que temos perdido a maioria dos jogos econômicos porque ficamos o tempo todo tentando entender ou então mudar as regras dos outros.Só que quando finalmente aprendemos os truques e os macetes, as regras já mudaram. Esta é a tragédia do nossos Professores Marxistas, que ainda acham que indústria é a produção de Rolls Royce para ricos, com margens de lucro de 90%.A verdade é que nunca vamos ganhar jogos com regras escritas por outros, nem copiando o neoliberalismo, como fez FHC, nem copiando os escritos de Karl Marx, como quer a FFLHC.Jogos econômicos são ganhos muito antes do time entrar em campo, nos meses de treinamento intensivo, na organização e administração do time.E a tragédia é que o Brasil sempre entra em campo anos depois do jogo ter começado.Precisamos nos preparar para o próximo jogo internacional.Precisamos nos preparar para os jogos e as regras que estarão por vir, e até criar nossos jogos com nossas regras.Algo que nunca fizemos. Lemos textos internacionais, usamos inflation targeting, esquecendo que nós fomos os que mais deveríamos entender de inflação, e não um acadêmico sueco.Tudo isto pode parecer muito óbvio, mas nunca foi feito.Estamos sempre atolados e discutindo os problemas econômicos do passado sem tempo para discutir as tendências do futuro.Perdemos anos corrigindo o passado, como a Constituição de 88, e não discutindo as possibilidades do futuro.Pior, nossos políticos e nossa imprensa só ouvem aqueles que explicam o presente e não aqueles que deslumbram o futuro. Por definição, o futuro não é notícia porque ainda não aconteceu.“Qual será o próximo jogo econômico internacional?”, é portanto a pergunta cuja resposta vale ouro.Infelizmente, não tenho espaço (aqui na Veja) para me estender convincentemente neste assunto. Por isto, vou dar um exemplo dos jogos possíveis, um exemplo didático, não uma proposta concreta.Um dos jogos que deslumbro é o turismo da terceira idade de média renda.O mundo está envelhecendo e com os progressos da ciência, a população de primeiro mundo estará vivendo cada vez mais.Cidades como Miami, Costa Brava e Lisboa ficarão pequenas para acolher os milhões de velhinhos e velhinhas aposentados dos Estados Unidos e da Europa, que fogem dos rigores do seu inverno.Se estivermos preparados, eles poderiam escolher cidades mais quentes e mais baratas, como Salvador, Fortaleza, Natal e Maceió, cidades com a tradicional hospitalidade brasileira.Um milhão de velhinhos com aposentadoria anual média de US$ 20.000 para gastar, nos traria 20 bilhões de “exportações” por ano.Dois milhões de velhinhos resolveriam para sempre nossos problemas cambiais e o Nordeste seria mais rico do que São Paulo.Mas para que o Brasil participe deste jogo, precisaríamos nos preparar desde já.Em vez de construir hotéis de luxo, teríamos que construir milhares de flat-services.Em vez dos cassinos que muitos querem criar, teríamos de construir dezenas de campos de golfe, se o MST permitir.Em vez de boates precisaríamos de bingos, quadras de bocha e piscinas térmicas além de resolver nossos problemas de segurança.Mais importante, seria a construção de centros ortopédicos e geriátricos de qualidade internacional, o que nos traria ainda mais divisas.E aqui, caro leitor, vem o ponto crucial.Estes investimentos levam tempo para serem feitos.E uma vez feitos, um hospital cardiológico ou ortopédico leva no mínimo dez anos para ganhar reputação internacional.Ou seja, já estamos atrasados e podemos perder também este barco, porque nunca pensamos nos próximos jogos do futuro, somente nos erros do passado.
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